O que você sente está parando sua carreira

O que você sente quando chega para trabalhar? Você já parou para observar os seus sentimentos no trabalho? Quando você chega no escritório você está feliz ou triste? Entusiasmada ou depressiva?

Quando chega a 2ª f você está dando pulos de alegria ou está lamuriosa? Quando chega a 6ª f você fica com saudade da semana que passou ou exultante com o fim de semana que está começando?

 

O que você sente está parando a tua carreira

 

Você vive ‘de fato’ de segunda a sexta ou de sexta a segunda?

Se você pertence ao grupo que vive por 3 dias e vegeta no restante da semana, tenha certeza que seus sentimentos são um dos principais obstáculos para a tua carreira. Você não tem prazer no que faz, você trabalha para ganhar dinheiro para gastar nos finais de semana ou nas férias.

Quer mudar esse padrão?

Há só duas soluções: ou troca de emprego para algo que te dê tesão (que você não faz só por causa do dinheiro) ou coloque seus sentimentos de lado.

Vou refletir aqui sobre a segunda opção, que é a mais desconhecida e talvez seja a única alternativa no curto prazo.

Vamos supor que não seja possível neste momento você se recolocar. Você está fadada a cumprir a rotina massacrante do trabalho, sorrir para aquele chefe maluco e torturador, realizar todas aquelas atividades repetitivas e entediantes que você odeia, dia após dia, 5 vezes na semana, 20 vezes por mês, isso para não mencionar as horas extras e o estresse.

Como lidar com isso? Como viver assim?

Existe uma solução bem simples, três passos que vão mudar radicalmente sua maneira de trabalhar se forem seguidos à risca:

Passo 1) Ainda em casa, antes de sair para o trabalho, diga para aquela pessoa que você vê diante do espelho: somente hoje eu serei o melhor profissional que eu posso ser.
Passo 2) Cumpra a sua palavra!
Passo 3) Repita o passo 1 no dia seguinte.

A maioria das pessoas associa alto desempenho com sentimentos do tipo alegria intensa, quase um orgasmo. Ou seja, pensam que o pré-requisito para ter um alto desempenho são os sentimentos. E aí é que reside o problema pois não há algo que oscile tanto como o nosso humor e os nossos sentimentos. E, a não ser que faça análise, você sequer sabe as causas desses sentimentos. Resumindo:

O teu desempenho é dominado por algo inconsciente e alheio a sua vontade.

A solução é exercitar romper o vínculo entre desempenho e sentimentos, desassociar o que você sente e o que você faz – o que em última instância dirá quem você é.

Você é aquilo que disse que será e o que disse que fará.

 

Você é o que diz que será e o que diz que fará.

 

Hoje e somente por hoje serei a melhor profissional que eu posso ser.

Defina metas específicas para realizar essa afirmação. O que o melhor profissional que você pode ser faz? Quanto? Quando?

A solução é simples, mas é claro que a implementação demanda perseverança e determinação. A maestria será função do treinamento.

Destaco aqui que não se trata de negar ou reprimir os sentimentos, pelo contrário. De manhã, em frente ao espelho, você deve reconhecer que está triste ou desanimada, sem vontade de ir para o trabalho. E, ainda assim, você declara e cumpre com a sua palavra.

Hoje e somente por hoje serei a melhor profissional que eu posso ser.

E lembre-se de planejar sua recolocação. Trabalhe em algo que te deixe eufórica na 2ª f. De qualquer forma, você já terá alcançado maestria no trabalho.