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	<title>A l e x a n d r e  P e r l i n g e i r o</title>
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	<description>A l e x a n d r e  P e r l i n g e i r o</description>
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		<title>Gratidão</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[Este filme faz a gente pensar e principalmente se emocionar, além de ser, é claro, um chamamento para que tomemos um posicionamento em prol da natureza, da qual somos uma parte. Além das impressionantemente belas imagens, duas frases se destacaram...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme a seguir faz a gente pensar e principalmente se emocionar, além de ser, é claro, um chamamento para que tomemos um posicionamento em prol da natureza, da qual somos uma parte.</p>
<p>Além das impressionantemente belas imagens, duas frases se destacaram para mim:</p>
<ul>
<li>‘nós somos parte da natureza e não estamos separados dela’ e</li>
<li>‘a beleza da natureza é um presente a ser cultivado com reverência e gratidão’.</li>
</ul>
<p>Reflitam e se extasiem.</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/prO85LDlvEA" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O sentido da vida</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[No começo não sabia o sentido da minha vida, simplesmente era levado pelo meu coração. Depois, no yoga, encontrei o sentido da vida, amar e servir. Mas agora, vendo os depoimentos, tendo sido tocado por cada um deles, já não sei mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No começo não sabia o sentido da minha vida, simplesmente era levado pelo meu coração. Depois, no yoga, encontrei o sentido da vida, amar e servir.</p>
<p>Mas agora, vendo os depoimentos, tendo sido tocado por cada um deles, já não sei mais. O sentido da vida é a própria vida&#8230; Me sinto silenciosamente pleno nesse perder-se entre 7 bilhões de outros sentidos.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/w2vCFR_slWY" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Veja mais informações sobre esse projeto <a title="O sentido da vida" href="http://lounge.obviousmag.org/pathos/2012/01/os-sentidos-da-vida-de-seis-bilhoes-de-outros.html" target="_blank">aqui</a> e <a title="7 bilhões de outros" href="http://www.6milliardsdautres.org" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Para ver todos os vídeos-depoimentos, <a title="7 bilhões" href="http://www.youtube.com/watch?v=TftAz5meRFc&amp;feature=list_related&amp;playnext=1&amp;list=SP91EE630C09EB65E5 " target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como treinar seu dragão, o poder da vulnerabilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>

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		<description><![CDATA[No filme ‘Como treinar o seu dragão’ (‘How to train your dragon’), Soluço, o protagonista adolescente, começa o filme ouvindo de seu chefe e professor que ele deveria parar de tentar ser isso...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No filme ‘<a title="Como treinar o seu dragão" href="http://www.howtotrainyourdragonintl.com/intl/br/mainsite/" target="_blank">Como treinar o seu dragão</a>’ (‘How to train your dragon’), Soluço, o protagonista adolescente, começa o filme ouvindo de seu chefe e professor que ele deveria parar de tentar ser isso (Bocão, o supervisor, aponta para Soluço todo) e termina ouvindo de Estóico, seu pai e líder da aldeia, que ele é um viking sendo isso – e aponta para Soluço todo.</p>
<p>O pano de fundo da história é portanto sobre pertencimento, ou melhor, o desejo que temos de pertencer a um grupo, de criar raízes, de fazer conexões com o social, o que está relacionado com a energização do Muladhara Chakra.</p>
<p>Soluço não se identifica com a cultura tradicional de um viking, mas ele quer ser um, ele quer ser aceito, quer pertencer. Todo seu esforço será nessa direção, de buscar o pertencimento, aceitação pela sociedade para que finalmente ele possa se aceitar a si mesmo. Adolescentes de uma maneira geral agem assim, buscam uma turma para encontrar aceitação como pré-requisito para se aceitarem a si próprios. Embora seja um processo natural – e saudável – de ocorrer na juventude, é frequente que essas questões se prolonguem para a fase adulta, quando a aceitação pelo social é transmutada em sucesso profissional.</p>
<p>Paradoxalmente Soluço consegue o reconhecimento quando ele passa a se aceitar a si próprio antes de mais nada. Quando ele desiste de atender às expectativas dos outros e tem a coragem de assumir quem ele genuinamente é, nesse momento ele encontra seu lugar na sociedade. É exatamente isso que ocorre no primeiro Matrix ou em Kung Fu Panda 1. O enredo é sempre o mesmo, o herói em busca de si mesmo primeiro por trilhas tortas até que encontra o caminho de seu coração.</p>
<p>O Coração é a meta e para alcançá-la paradoxalmente precisamos encontrar forças no que consideramos ser nossas fraquezas, o que há de mais genuíno e secreto em nós, nossa essência. Esse é o poder da vulnerabilidade.</p>
<p>Sobre isto, vejam a apresentação a seguir.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/hNoqFtbNQMk" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Brené Brown afirma que:</p>
<ul>
<li>‘a conexão é a razão de nosso ser, é o que dá propósito e significado às nossas vidas’;</li>
<li>‘a única coisa que evita que nos conectemos é nosso medo de não sermos dignos de conexão’; e</li>
<li>coragem (a capacidade de ‘contar a história de quem você é com todo o seu coração’) e vulnerabilidade (‘o núcleo da vergonha e do medo e da nossa luta por dignidade, mas também o local de nascimento da alegria e da criatividade, do pertencimento e do amor’) são virtudes que fazem as conexões.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Especialmente para os que percorremos uma sadhana, um caminho espiritual, especialmente para os que buscamos por autoconhecimento, esta é uma reflexão visceral. Não fazemos sadhana para nos transformarmos em outras pessoas. Fazemos sadhana para desenvolvermos a coragem para assumir nossas vulnerabilidades, para alcançarmos um estado de espontaneidade, consequência de uma aceitação incondicional de nossa natureza humana perfeitamente imperfeita.</p>
<p>Faço sadhana para reconhecer que mereço ser amado – e sou amado – exatamente pelo que sou. Fazemos sadhana para fazer conexões.</p>
<p>Soluço está conseguindo, nós podemos seguir seu exemplo.</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poema Zen 2</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho pensado sobre o Poema Zen. Escrevi em um momento de inspiração e agora, passado algum tempo, olho para ele e duas questões surgem: o que é o Ser e como me manter na consciência do Ser.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho pensado sobre o <a title="Poema Zen" href="http://www.perlingeiro.com.br/poema-zen" target="_blank">Poema Zen</a>.</p>
<p>Escrevi em um momento de inspiração e agora, passado algum tempo, olho para ele e duas questões surgem: o que é o Ser e como me manter na consciência do Ser.</p>
<p><strong>O QUE É O SER?</strong></p>
<p>Essa é uma pergunta que os filósofos se fazem desde o início dos tempos e que não pretendo teorizar a respeito.</p>
<p>Mas o fato é que escrevi que sou o Ser. E agora? Agora nada. A afirmação constata nossa natureza original e imanente: ser humano é antes de mais nada ser. Não há necessidade de mudança na natureza do ser humano para passar a ser. Sendo humano, se é. Não há como não ser.</p>
<p>Basta que reconheçamos isso. O reconhecimento é a única transformação necessária, uma mudança no estado de consciência passando simplesmente a reconhecer que se é.</p>
<p>Qual a importância desse reconhecimento? Por que na Yoga se valoriza tanto o Ser? Porque o Ser é Deus (aqui talvez os filósofos ocidentais discordem de mim) e ao reconhecer minha identificação com o Ser, estou reconhecendo minha própria natureza divina. Sendo exatamente como sou, sou fonte de luz. Essa é a minha natureza (existência, consciência e êxtase).</p>
<p>Mais ainda, esse reconhecimento transborda para o mundo ao meu redor. Não somente eu sou o Ser, o outro também o é. Deus está presente em mim, no outro e na criação. Todo o mundo possui natureza divina e merece ser honrado por isso. Todo o mundo, sem excessão.</p>
<p>Aqui cabe um esclarecimento sobre como honramos o outro. Se um ladrão me assaltar, não há honra maior do que mostrar-lhe o caminho do Bem e talvez um dos meios seja levando-o à justiça. Se sou atacado por um animal enfurecido, devo honrar minha própria natureza divina me protegendo. Honrar o outro não quer dizer agir desta ou daquela maneira e sim ver Deus em si e no outro. Quando somos capazes de perceber nossa – de todos e de cada um – natureza divina, o que se fizer ao outro será um ato de adoração. É uma questão subjetiva.</p>
<p>O desafio é realmente estarmos na consciência do Ser. Entramos e saímos desse estado muitas vezes e aí surge a segunda pergunta.</p>
<p><strong>COMO NOS MANTEMOS NA CONSCIÊNCIA DO SER?</strong></p>
<p>Lembro-me de Otelo que vive o dilema de ser ou não ser. Essa dúvida tem impregnado a civilização ocidental ao longo dos tempos. Sou ou não sou?</p>
<p>A premissa é que se é ou não se é, ou seja, constroem-se dois mundos completamente distintos entre si.</p>
<p>Por causa disso adquirimos uma visão passiva da vida em que ou sou ou não sou. Sou ou não sou um bom filho? Sou ou não sou um bom pai? Sou ou não sou um bom professor de yoga?</p>
<p>É claro que essa questão expressa o desejo de ser, mas ela também nos imobiliza. Não adianta nada querer ser se nada faço para isso.</p>
<p>A melhor pergunta para isso é como ser. Mais especificamente, que ações devo realizar para vir a ser? Ou melhor, que ações devo realizar para reconhecer que sou?</p>
<p>Voltando para o poema, o que devo fazer para me manter na consciência do Ser? Essa pergunta trás para mim a responsabilidade pela busca espiritual e isso é bom pois torno-me proativo em relação a minha própria vida.</p>
<p>A resposta para essa pergunta&#8230; cada um precisa encontrar a sua. Descobri o meu caminho e estou seguindo-o fervorosamente. Pela meditação e pelo serviço ao Guru me estabeleço cada vez mais na consciência do Ser. Também pela <a title="Como expressar gratidão" href="http://www.perlingeiro.com.br/como-expressar-gratidao" target="_blank">gratidão</a>. Sim, esse é um estado no qual me torno mais e mais arraigado, onde sempre poderei me reconhecer um pouco mais.</p>
<p>Escrevi tudo isso pois queria compartilhar duas perguntas com vocês:</p>
<p>1) Estabelecer-se na consciência do Ser é algo importante na sua vida?</p>
<p>2) O que você está fazendo para estabelecer-se na consciência do Ser?</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Contentamento e serenidade</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de refletir aqui sobre as nuances de dois sentimentos – ou estados da alma importantes na jornada espiritual: o contentamento e da serenidade. A causa da sadhana é uma inquietação interior...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de refletir aqui sobre as nuances de dois sentimentos – ou estados da alma importantes na jornada espiritual: o contentamento e da serenidade.</p>
<p>A causa da sadhana é uma inquietação interior (<em><a title="Mumukshtvan" href="http://en.mimi.hu/yoga/mumukshutva.html" target="_blank">mumukshtvan</a></em>). Realizamos sadhana para alcançar um estado de cessação desse inquietamento, cessação do sofrimento, para alcançar paz interior, para alcançar serenidade e contentamento.</p>
<p><a title="Contentamento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Contentamento" target="_blank">Contentamento</a> é definido pela Wikipédia como ‘satisfação interior que independe de circunstância exterior’, paz de espírito. Não é felicidade, é paz interior. Ocorre quando há um enraizamento de nossa consciência no coração. É cada vez mais se focar no coração e estar feliz com isso, independente das situações exteriores. Verdadeiro contentamento é contentamento com a consciência do Ser.</p>
<p>Quando o foco é o Ser, quando alcançamos um estado de contentamento no Ser, qq coisa que aconteça no mundo não nos afeta. Alcançamos então um estado de equanimidade e serenidade.</p>
<p><a title="Serenidade" href="http://www.dicio.com.br/serenidade/" target="_blank">Serenidade</a> tb é definida como um estado de paz de espírito, mas há algumas nuances.</p>
<p>Se o contentamento destaca o foco no Ser, serenidade destaca a tranquilidade de ter agido estabelecido no Ser, ou seja, de se estar inteiro e em paz consigo mesmo, ainda que ninguém mais concorde. O coração concordou e isso é o suficiente.</p>
<p>Serenidade proporciona uma mente sem oscilações, sem pensamentos, um lago sem ondas em um dia sem vento, mente e coração alinhados, mente estabelecida no coração.</p>
<p>Se contentamento é a satisfação da mente em agir a partir do coração, serenidade é o estado em que mente e coração se encontram ao se unirem.</p>
<p>Quando ajo guiado pelo coração, quando a mente está estabelecida no coração, estou inteiro e experimento serenidade e contentamento, experimento o Ser. Contentamento e serenidade são frutos da experiência do Ser.</p>
<p>Pode-se experimentar contentamento através da serenidade, basta agir a partir do coração pois automaticamente a mente se silencia ao se aprofundar no coração, ficando em silêncio e aí naturalmente surge o êxtase do Ser, surge o contentamento.</p>
<p>Pode-se tb experimentar serenidade através do contentamento. Ao me absorver na experiência do Ser, mente e coração se unem e se silenciam, restando apenas <em>sachidananda</em>, ser, consciência e êxtase.</p>
<p>Em realidade, um não ocorre antes do outro. São movimentos simultâneos e interdependentes. É impossível contentar-se sem tb não tornar-se sereno – e vice-versa.</p>
<p>O que é pre-requisito é o agir a partir do coração, é realizar uma ação dhármica. É impossível experimentar contentamento e serenidade se não estamos estabelecidos no coração. Quando agimos guiados pelo coração, nossas ações são sempre dhármicas e somente o Dharma nos dá serenidade e contentamento.</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Solução para o medo</title>
		<link>http://www.perlingeiro.com.br/solucao-para-o-medo</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 09:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Outros autores]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>

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		<description><![CDATA[Vejam o discurso que o escritor moçambiquense Mia Couto fez em uma conferência sobre segurança em Portugal. Sua análise é lúcida, bastante pertinente ao mundo contemporâneo. Para dar prosseguimento a partir de onde ele termina, ofereço a pergunta...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejam o discurso que o escritor moçambiquense Mia Couto fez em uma conferência sobre segurança em Portugal.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/jACccaTogxE" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Sua análise é lúcida, bastante pertinente ao mundo contemporâneo.</p>
<p>Para dar prosseguimento a partir de onde ele termina, ofereço a pergunta: como superar o medo?</p>
<p>Denunciar o estado de medo em que vivemos é importante para reconhecermos as áreas de nossas vidas que precisam ser aperfeiçoadas, mas é igualmente importante que tenhamos consciência que precisamos agir para aperfeiçoa-las, caso contrário o alerta contra o medo corre o risco de se tornar mais uma fonte de medo.</p>
<p>Os esforços devem se concentrar na superação do medo. Como vencer o medo? Essa é uma grande questão – que o digam os milhares de calmantes e anti-depressivos que são consumidos diariamente.</p>
<p>Primeiramente sugiro mudar o foco pois tudo aquilo em que nos focamos torna-se nossa segunda natureza. Se eu quero superar a escuridão, não devo me focar na escuridão, mas na luz. A escuridão é somente ausência de luz.</p>
<p>E o medo? Ausência de coragem? Em parte&#8230; mas é tb ausência de confiança e principalmente ausência de amor.</p>
<p>Então a melhor pergunta que devemos nos fazer é como aumentar a nossa confiança e como aumentar o nosso amor. Essa é uma pergunta muito auspiciosa, um desafio que exige o nosso engajamento total.</p>
<p>Aqui há uma armadilha pois as respostas para essas perguntas não estão no mundo mas em nós mesmos. Não se trata de transformar o mundo para que tenhamos mais confiança nele e amor por ele. Trata-se de aperfeiçoar a nossa própria natureza interior para que cada um – eu, no meu caso – se (me) torne capaz de confiar e amar mais plenamente.</p>
<p>O medo está em mim e não no outro então eu sou – cada um é – o responsável por exercitar mais confiança e amor.</p>
<p>Como fazê-lo? As opções são inúmeras&#8230; o passo mais importante está em assumir o desejo sincero e genuíno de aprender formas de confiar e amar. Sim, pq confiança e amor podem ser aprendidos e exercitados em nossas vidas. Os sábios e santos estão aí para nos mostrar o caminho. Cada um deve descobrir o seu próprio caminho. Mas a meta, o mergulho na confiança e no amor, é a mesma para todos.</p>
<p>Incentivo a todos que, primeiro, desejem aprender a confiar e amar e, segundo, desejando, que consigam fazê-lo cada vez mais e mais e mais pois não há limite para a confiança e o amor. Se por um lado a consequência extrema do medo é a morte, por outro lado, a consequência extrema para a confiança e o amor é a vida – e vida em abundância.</p>
<p>Que neste ano que se inicia vcs se tornem mais vivos – a consequência natural de se viver o amor cada vez mais.</p>
<p>Termino com outro vídeo sobre um texto do próprio Mia Couto, em que ele tb oferece soluções para superarmos nossos desafios.</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/kLX_uqa0wJM" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Autoconhecimento da autoestima</title>
		<link>http://www.perlingeiro.com.br/autoconhecimento-da-autoestima</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 08:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontrei um artigo interessante sobre autoestima. A Wikipédia tb tem bastante informação sobre o assunto. Gostei desse artigo pq é feita uma correlação da autoestima com autoconhecimento. Se possuo baixa autoestima é pq necessito...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei um artigo interessante sobre <a title="Autoestima" href="http://www.bemfit.com/bem-estar/e-possivel-perder-a-autoestima" target="_blank">autoestima</a>. A <a title="Autoestima" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autoestima" target="_blank">Wikipédia</a> tb tem bastante informação sobre o assunto.</p>
<p>Gostei desse artigo pq é feita uma correlação da autoestima com autoconhecimento. Se possuo baixa autoestima é pq necessito me aprofundar no autoconhecimento pois desconheço ou me vejo de forma distorcida, assim como tb distorço e até mesmo nego minhas aptidões para agir no mundo.</p>
<p>Por que ocorre essa distorção no olhar a si próprio e olhar-se no mundo? Essa é por definição <em>maya</em>, ilusão. Vemos o real não como ele é, mas conforme nossas crenças e valores. Encarnamos exatamente para aprender a ver o real como ele é, retirando os véus de <em>maya</em>. Essa é nossa missão. E para alcançarmos a meta somente o autoconhecimento. É preciso mergulhar dentro, em si próprio, na sua própria natureza, ter coragem para encarar seus próprios fantasmas, seus próprios medos, para então tornar-se apto a olhar o real e vê-lo como ele é e não a partir das nossas projeções. Esse é o caminho da sabedoria e o caminho do coração.</p>
<p>Autoconhecimento é um santo remédio, panacéia para todos os males, sem nenhum tipo de contra-indicação. Mesmo para doenças que já surgiram no corpo físico, se não ajudar na cura, pelo menos vai ajudar na maneira como lidamos com a doença, o que já é uma grande coisa.</p>
<p>No caso da autoestima, a cura ocorre voltando-se o olhar para dentro e tomando-se consciência &#8211; conhecendo sua real natureza e suas habilidades. Se com a baixa autoestima negamos a nós próprios e aos nossos dons e potenciais, uma alta autoestima nos permite ver com clareza, segurança e tranquilidade nossa posição no mundo e aquilo que realizamos ou podemos realizar bem.</p>
<p>É comum confundir-se baixa autoestima com humildade. Ser uma pessoa humilde não quer dizer ter baixa autoestima, ou seja, não implica em sentimento de inferioridade ou negação dos dons e habilidades. Assim como tb ter uma alta autoestima não quer dizer ser arrogante, pelo contrário. Uma boa autoestima nos permite ver quem somos e o que fazemos bem. Só isso. Aliás, geralmente uma arrogância esconde por trás um sentimento de inferioridade. Desejamos ser melhores que outros porque de em realidade nos sentimentos inferiores (baixa autoestima). Assim, de fato, a arrogância está ligada a uma baixa autoestima. Se eu me amo e me respeito, o mesmo faço com outras pessoas, animais e a natureza. É uma via de mão dupla.</p>
<p>O artigo só peca em um único detalhe: não inclui o yoga como forma de tratamento da baixa autoestima. Se o yoga e a meditação são ferramentas de autoconhecimento, tb podem ser usados no tratamento da baixa autoestima. No Tantra Yoga, utilizamos os exercícios de energização do Manipura Chakra para elevar a autoestima.</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Amor condicional</title>
		<link>http://www.perlingeiro.com.br/amor-condicional</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 07:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>

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		<description><![CDATA[Em todos os caminhos espirituais o amor incondicional ou altruísta é valorizado em detrimento do amor condicionalo. Somos incentivados a amar sem nenhuma limitação, sem nenhuma condição, sem desejar nada em troca...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em todos os caminhos espirituais o amor incondicional ou altruísta é valorizado em detrimento do amor condicionalo. Somos incentivados a amar sem nenhuma limitação, sem nenhuma condição, sem desejar nada em troca. Esse é o amor mais elevado e quando sou capaz de amar dessa maneira me elevo enquanto ser humano, me torno um ser humano melhor.</p>
<p>Outro dia, no entanto, conversava com um amigo que compartilhava suas mágoas e tristezas. Ele dizia que ajudava as pessoas mas que se sentia infeliz por causa disso.</p>
<p>Prontamente lhe disse que, se ajudar as pessoas lhe fazia infeliz, então ele devia parar de ajudar.</p>
<p>Continuei dizendo que dar amor não diminui o nosso estoque de amor, pelo contrário, quanto mais damos, mais recebemos.</p>
<p>Ele discordou que o amor é condicional, que no fundo sempre colocamos uma condição para o nosso oferecimento e que, quando não recebemos nada em troca, nos frustramos e acabamos infelizes.</p>
<p>Ele está certo. No caso do amor condicional, a solução para a infelicidade é haver clareza da troca, do escambo, que está ocorrendo. Se as partes estão cientes que um dará amor em troca de atenção, poder, dinheiro, etc., se todos concordam com esse contrato, então não há nenhum problema. É um negócio envolvendo afetos. A propaganda promete isso muito bem, vende-se felicidade em troca da compra do produto ou serviço.</p>
<p>A questão é que muitas vezes esse acordo não está claro para uma das partes – geralmente para nenhuma das duas. Então um exige do outro o que não foi acordado previamente. Não é justo cobrar algo que não sabíamos que deveríamos oferecer. Geralmente esses contratos terminam em conflitos.</p>
<p>Somente o autoconhecimento e muita sinceridade para sermos capazes de reconhecer o que estamos cobrando de nossos relacionamentos.</p>
<p>Um objeto é fácil de ser identificado – no caso das trocas, confirmado o recebimento, mas sentimentos são intangíveis, geralmente vem mascarados em formas mais nobres e na maioria dos casos são inconscientes.</p>
<p>A sadhana, o caminho para o autoconhecimento, consiste exatamente em reconhecer nossas projeções e demandas. Tendo consciência delas, cabe a cada um, com seu livre arbítrio, decidir o que fazer.</p>
<p>O problema é quando essas demandas e projeções agem sobre nós de forma inconsciente. Por isso é importante mantermos os nossos fantasmas bem na nossa frente, para que possamos estar sempre conversando com eles, caso contrário eles se escondem e começam a fazer peraltices a nossa revelia. É aí que mora o perigo.</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
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		<title>Escutar a natureza</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 06:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Outros autores]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre ouço com carinho e atenção as palavras de Leonardo Boff. Em um de seus artigos ele nos fala de uma outra forma de compreender o mundo que não seja vendo. Mais ainda, encontrar Deus ouvindo a natureza.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre ouço com carinho e atenção as palavras de Leonardo Boff. Aliás, para quem o adimira, recomendo uma <a title="Entrevista de Leonardo Boff" href="http://www.redetv.com.br/jornalismo/enoticia/?220532%2C-Leonardo-Boff--teologo-e-escritor " target="_blank">entrevista</a>. Ele tem <a title="Leonardo Boff" href="http://leonardoboff.wordpress.com/" target="_blank">blog </a> e tb está no Facebook e no Twitter.</p>
<p>Em um de seus <a title="Escutar a Natureza" href="http://leonardoboff.wordpress.com/2011/12/26/outro-paradigma-escutar-a-natureza/" target="_blank">artigos</a> ele nos fala de uma outra forma de compreender o mundo que não seja vendo. Mais ainda, encontrar Deus ouvindo a natureza.</p>
<p>Se não conseguimos enxergar até agora os sinais que a natureza nos mostra, que possamos ouvir seus conselhos. A natureza nos fala a todo instante a direção que devemos seguir, basta apenas ouvidos para ouvir.</p>
<p>Ouvir a natureza&#8230; como se faz? É bem simples, basta silenciar. Quando nos silenciamos, naturalmente nossos sentidos se abrem para uma comunhão maior com Deus e com sua criação e simplesmente vemos e ouvimos os ensinamentos das estrelas, das árvores, dos ventos e dos animais.</p>
<p>Quanta sabedoria nos é ofertada!</p>
<p>Não se trata de figura de linguagem ou idéia romântica a respeito da vida, pelo contrário, é um conselho prático de uma pessoa lúcida e generosa que nos aponta um outro caminho que não o do precipício.</p>
<p>A natureza é capaz de nos guiar em busca de respostas para os desafios que se apresentam para nossa civilização e para todo o planeta. Basta que tenhamos sabedoria para ouvir seus ensinamentos.</p>
<p>Como ensina Olavo Bilac (Soneto XIII da Via Láctea), para ouvir a natureza precisamos tb de amor no coração. Os amorosos se sensibilizam com os apelos da mata e dos bichos. Os amorosos conseguem ver e ouvir Deus – e entendê-Lo.</p>
<p style="padding-left: 30px;">&#8220;Ora (direis) ouvir estrelas! Certo<br />
Perdeste o senso!&#8221; E eu vos direi, no entanto,<br />
Que, para ouvi-las, muita vez desperto<br />
E abro as janelas, pálido de espanto&#8230;</p>
<p style="padding-left: 30px;">E conversamos toda a noite, enquanto<br />
A via láctea, como um pálio aberto,<br />
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,<br />
Inda as procuro pelo céu deserto.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Direis agora: &#8220;Tresloucado amigo!<br />
Que conversas com elas? Que sentido<br />
Tem o que dizem, quando estão contigo?&#8221;</p>
<p style="padding-left: 30px;">E eu vos direi: &#8220;Amai para entendê-las!<br />
Pois só quem ama pode ter ouvido<br />
Capaz de ouvir e de entender estrelas.&#8221;</p>
<p>Com amor e respeito,<br />
Alexandre</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você é resiliente?</title>
		<link>http://www.perlingeiro.com.br/voce-e-resiliente</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 05:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Perlingeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros autores]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi o texto a seguir e repasso pois vale a pena refletir sobre a resiliência, a capacidade de extrairmos fatos positivos de cada situação da vida. É um ótimo exercício para ser implementado no dia-a-dia de todos os que buscam o autoconhecimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi o texto a seguir e repasso pois vale a pena refletir sobre a <a title="Resiliência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Resiliência_(psicologia)" target="_blank">resiliência</a>, a capacidade de extrairmos fatos positivos de cada situação da vida. É um ótimo exercício para ser implementado no dia-a-dia de todos os que buscam o autoconhecimento.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Para a psicologia, resiliência é a capacidade de uma pessoa enfrentar situações adversas, dolorosas e retirar algo de positivo dessas experiências. Em outras palavras, o resiliente é uma pessoa otimista. Mas o que é ser otimista?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Muitas pessoas têm uma visão, um entendimento equivocado do que é ser otimista; acham que otimista é aquela pessoa que sempre pensa positivamente, que espera resultados positivos em tudo o que faz. Na verdade, otimista é aquele que busca o ótimo em tudo, isto é, consegue aprender, extrair algo de positivo, uma lição com os seus erros, ou quando algo não dá certo.</p>
<p style="padding-left: 30px;">O mesmo não ocorre com o pessimista, que faz o contrário&#8230; usualmente, consegue extrair algo de ruim mesmo nas experiências agradáveis e gratificantes da vida.</p>
<p style="padding-left: 30px;">(&#8230;)<br />
A psicóloga Terrie Moffitt, professora da Universidade Duke, EUA, um dos mais importantes centros de neurociências do mundo, divulgou um estudo baseado em 30 anos de pesquisa e observação. Ela acompanhou 1037 pessoas desde a primeira infância até os 32 anos de idade e chegou à seguinte conclusão: crianças que conseguem lidar melhor com a frustração e com o fracasso tendem na fase adulta a obter bons empregos, a ter sucesso em negócios, a economizar dinheiro, a cuidar da saúde e a ficar longe de vícios. Ela concluiu, em seus estudos, que o bom desempenho acadêmico e profissional conseguidos por essas crianças na fase adulta estava menos ligado à inteligência e mais ao autocontrole, isto é, à habilidade de administrar seus impulsos e suas fraquezas. Não foi por acaso que Sidarta Gautama, o Buda, dizia: &#8220;O Rei mais nobre de todos os reis é aquele que é capaz de se dominar&#8221;.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Não podemos esquecer também que vivemos num planeta de provas e expiações, onde prevalecem as vibrações de dor, medo e ira. Por isso, é fundamental o trabalho interior de autoconhecimento para que possamos nos conscientizar e melhorar as inclinações, os traços de personalidade trazidos de outras encarnações, ou seja, as tendências negativas sobre como reagimos diante dos acontecimentos desagradáveis da vida. Na verdade, reencarnamos para compreender e procurar melhorar o nosso modo inadequado de pensar, sentir e reagir. Por isso, ser resiliente diante da vida é a chave para evoluirmos como seres humanos e representa a verdadeira cura da alma humana.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Osvaldo Shimoda<br />
osvaldo.shimoda@uol.com.br<br />
(11) 5078-9051<br />
<a title="Osvaldo Shimoda" href="http://stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=11679" target="_blank"> http://stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=11679</a></p>
<p style="padding-left: 30px;">
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